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Trombose

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Trombose Venosa Profunda – Sintomas, Causas e Tratamento

O que é trombose?

A trombose é a formação de um coágulo (trombo) dentro de um vaso sanguíneo, impedindo ou dificultando o fluxo normal do sangue. Quando ocorre em veias profundas, principalmente nas pernas, é chamada de trombose venosa profunda (TVP).

E quando ocorre em veias superficiais, o risco é menor, mas ainda exige atenção. Isso pode causar dor, vermelhidão e inflamação local — um quadro conhecido como tromboflebite, que é a inflamação de uma veia superficial associada à formação de um coágulo. Apesar de menos grave que a trombose venosa profunda, também deve ser acompanhada por um médico para evitar complicações como dor persistente e recidiva.

Como a trombose começa?

A trombose geralmente começa de forma silenciosa. Fatores como imobilidade prolongada, cirurgias, varizes, uso de anticoncepcionais, obesidade, tabagismo, doenças autoimunes e histórico familiar favorecem a formação de coágulos.

Como identificar a trombose?

Os principais sintomas são:

  • Dor na perna (geralmente na panturrilha)
  • Inchaço
  • Calor local
  • Vermelhidão ou coloração arroxeada
  • Sensação de peso ou câimbra

⚠️ Em casos mais graves, o coágulo pode se deslocar para o pulmão, provocando uma embolia pulmonar.

Trombose é perigosa?

Sim. Quando não tratada, a trombose pode levar à embolia pulmonar, que é potencialmente fatal. Além disso, pode deixar sequelas na circulação, como insuficiência venosa crônica e síndrome pós-trombótica.

Trombose tem cura?

Sim. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a trombose tem cura. O tratamento envolve medicamentos anticoagulantes e, em alguns casos, procedimentos específicos para remoção do coágulo, como trombólise (uso de medicamentos para dissolver o trombo) ou trombectomia (remoção cirúrgica do coágulo), indicados em casos graves ou com risco de embolia.

Como tratar a trombose?

O tratamento é indicado pelo cirurgião vascular e pode incluir:

  • Anticoagulantes orais ou injetáveis
  • Repouso e elevação da perna afetada
  • Meias de compressão
  • Avaliação de causas secundárias, como câncer ou trombofilias
  • Procedimentos de remoção do trombo, quando indicados

Como evitar a trombose?

  • Evite ficar muito tempo sentado ou deitado: A imobilidade prolongada reduz a atividade muscular, o que diminui o retorno venoso. O sangue tende a se acumular nas pernas, aumentando o risco de formação de coágulos. Isso é comum em internações, pós-operatórios, longas viagens ou trabalho sedentário.
  • Movimente as pernas durante viagens longas: A cada 2 horas, levante-se e caminhe ou movimente os pés e tornozelos. Essa simples ação ajuda a ativar a circulação. O uso de meias elásticas durante viagens também é recomendado para prevenir a estagnação do sangue.
  • Mantenha-se hidratado: A desidratação aumenta a viscosidade do sangue, facilitando a formação de coágulos. Beba água regularmente, especialmente em ambientes quentes ou durante longos períodos de inatividade.
  • Pratique atividades físicas: O fortalecimento das panturrilhas é essencial, pois o músculo atua como um “coração periférico”, comprimindo as veias e impulsionando o sangue de volta ao coração. Caminhadas, subir escadas e exercícios com os pés ajudam bastante.
  • Trate varizes: As varizes comprometem o retorno venoso e aumentam a chance de trombose. Corrigir esse problema reduz significativamente o risco.
  • Evite o tabagismo: O cigarro promove inflamação e danos nas paredes dos vasos, favorecendo o surgimento de trombos.
  • Acompanhe condições como obesidade, câncer, trombofilias ou uso de hormônios: Todas essas situações elevam o risco de trombose e requerem atenção médica contínua.

Meias elásticas e trombose

As meias de compressão graduada são indicadas para melhorar o retorno venoso e evitar a estagnação do sangue nas pernas, especialmente em pacientes com varizes, histórico de trombose ou que passarão por períodos prolongados de imobilidade (como viagens ou pós-operatórios). Elas devem ser prescritas pelo médico vascular, que irá definir o grau de compressão adequado.

Trombose e outras condições

  • Trombose e anticoncepcional: Os anticoncepcionais hormonais, especialmente os que contêm estrogênio, aumentam o risco de trombose por estimularem fatores de coagulação. O risco é ainda maior em mulheres fumantes ou com predisposição genética (trombofilias). O acompanhamento médico é essencial para avaliar riscos individuais.
  • Trombose e câncer: Pacientes oncológicos têm risco aumentado devido a substâncias inflamatórias liberadas pelo tumor, imobilidade, cirurgias e quimioterapia. A trombose pode ser, inclusive, o primeiro sinal de um câncer oculto.
  • Trombose e gestação: A gravidez é um período de maior risco para trombose, especialmente no terceiro trimestre e no pós-parto. Isso ocorre devido às alterações hormonais, compressão das veias pélvicas pelo útero e aumento da coagulação como forma natural de proteger a mulher de hemorragias. Gestantes com histórico familiar ou pessoal de trombose devem ter acompanhamento vascular especializado.
  • Trombose e AVC (Derrame): Quando os coágulos afetam artérias cerebrais, ocorre o acidente vascular cerebral isquêmico (AVC).
  • Trombose e trombofilia: Trombofilia é uma predisposição genética ou adquirida para desenvolver trombose. Pode estar relacionada a mutações como o Fator V de Leiden, deficiência de proteína C, S e antitrombina.
  • Trombose e varizes: Varizes são veias dilatadas e com mau funcionamento das válvulas, o que favorece a estagnação do sangue e, consequentemente, a formação de trombos.
  • Trombose venosa x trombose arterial: A trombose venosa ocorre nas veias, comumente nas pernas, e está relacionada à estagnação do sangue. Já a trombose arterial ocorre nas artérias e está associada a placas de gordura e inflamações que obstruem o fluxo sanguíneo, podendo causar isquemia de membros. Ambas são graves e requerem atenção médica especializada.
  • Tromboembolia pulmonar: Quando um coágulo se desprende de uma veia profunda (geralmente da perna) e atinge o pulmão, bloqueando a artéria pulmonar, temos a embolia pulmonar. Os sintomas incluem falta de ar súbita, dor torácica e tosse com sangue. É uma emergência médica.
  • Síndrome pós-trombótica: É uma complicação crônica da trombose venosa profunda, caracterizada por dor persistente, inchaço, escurecimento da pele e, em casos graves, úlceras. Ocorre quando há dano permanente nas válvulas das veias após a trombose.

Onde a trombose aparece?

Principalmente nas pernas (TVP), sendo a forma mais comum. Mas também pode ocorrer na pelve, braços, fígado, pulmões e cérebro. As pernas são mais afetadas devido à gravidade e menor retorno venoso, por isso evitar longos períodos de imobilidade, praticar atividade física e manter hábitos alimentares saudáveis é essencial.

Trombose acontece quando o sangue engrossa?

Essa é uma expressão popular que costuma aparecer quando o sangue está mais propenso à formação de coágulos. Em termos médicos, refere-se à maior viscosidade do sangue, o que pode ocorrer em situações de desidratação, sedentarismo, uso de hormônios ou doenças como trombofilia. Quando o sangue está mais “espesso”, a chance de trombose aumenta.

Trombose é hereditária?

Pode ser. Pessoas com histórico familiar ou com trombofilias genéticas devem ter atenção redobrada.

Qual médico procurar?

Cirurgião vascular é o especialista indicado para diagnóstico e tratamento da trombose. Dr. Daniel Jorge é médico especialista em Cirurgia Vascular e Angiologia há mais de 25 anos.

Quando se preocupar?

Procure atendimento se notar dor, inchaço, calor ou coloração anormal nas pernas. Se houver falta de ar súbita ou dor no peito, vá ao pronto-socorro imediatamente. O checkup vascular deve ser considerado a partir dos 40 anos de idade, principalmente em casos de pessoas com condições pré-existentes como diabetes, hipertensão e obesidade.

Diagnóstico da trombose

A avaliação física em consulta é essencial. O médico irá considerar os sintomas, histórico familiar e exames complementares:

  • Exame Doppler venoso: Ultrassom que avalia o fluxo sanguíneo nas veias, indolor e não invasivo.
  • D-dímero: Exame de sangue que identifica a presença de coágulos na circulação.

Acompanhar é essencial

Se você já teve trombose, é importante manter o acompanhamento vascular para evitar recidivas. O mesmo vale para:

  • Pacientes oncológicos
  • Usuárias de anticoncepcionais
  • Pessoas com varizes
  • Indivíduos com histórico familiar de trombose
  • Portadores de doenças crônicas como diabetes e hipertensão

Agende sua consulta

👉 Se você apresenta sintomas ou faz parte de algum grupo de risco — como pessoas com varizes, histórico de trombose, doenças autoimunes, câncer, obesidade, uso de anticoncepcionais ou gestantes — agende uma consulta com o Dr. Daniel Jorge. Cuidar da saúde vascular pode evitar complicações graves.